Coisas que deveria dizer e não digo. Desabafos. Desvaneios. Desejos. Indignações. Frustrações. Recordações. Decisões. Enfim... Monólogos na almofada!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Bad news
A primeira parte do meu desejo número 7 para 2011 (renovar o meu contrato de trabalho) ao que parece não se deve concretizar. Quanto muito ou sou mesmo substituída por alguém que não pesca nada do que se faz na minha função ou, na melhor das hipóteses, tenho que concorrer novamente ao meu posto de trabalho (LOL!). Portugal é do melhor, não haja dúvida!
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Desabafos,
Frustrações,
Medo
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Eleições
ELE: Olhe, eu vinha votar, mas perdi o meu cartão de eleitor. Como é que eu faço para votar?
EU: Tem o seu bilhete de identidade consigo ou o cartão de cidadão?
ELE: Tenho.
EU: E sabe o seu número de eleitor de cor? É que se souber, não há problema nenhum. Desde que tenha o seu BI consigo e souber o número pode votar na mesma.
ELE: Ahhh pois... mas não o sei de cor. E agora?
EU: Pois olhe, assim terá que ir à Junta de Freguesia, que lá, através dos seus dados, conseguem consultar a informação e dar-lhe o seu número.
ELE: Isso é que era bom, agora ter que ir à Junta, era só o que me faltava. Eu perdi o cartão. Perdi, perdi, paciência. E agora querem o quê? Se não conseguem ver aqui então já não voto!
Perdem o BI, o cartão de contribuinte ou o de saúde e tratam de tudo. Perdem o cartão de eleitor e não tratam de nada. É o nosso Portugal!
EU: Tem o seu bilhete de identidade consigo ou o cartão de cidadão?
ELE: Tenho.
EU: E sabe o seu número de eleitor de cor? É que se souber, não há problema nenhum. Desde que tenha o seu BI consigo e souber o número pode votar na mesma.
ELE: Ahhh pois... mas não o sei de cor. E agora?
EU: Pois olhe, assim terá que ir à Junta de Freguesia, que lá, através dos seus dados, conseguem consultar a informação e dar-lhe o seu número.
ELE: Isso é que era bom, agora ter que ir à Junta, era só o que me faltava. Eu perdi o cartão. Perdi, perdi, paciência. E agora querem o quê? Se não conseguem ver aqui então já não voto!
Perdem o BI, o cartão de contribuinte ou o de saúde e tratam de tudo. Perdem o cartão de eleitor e não tratam de nada. É o nosso Portugal!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Estou c'a neura!
Cada vez que penso no que tenho que fazer no fim-de-semana que aí vem e no que teria também para fazer e não farei porque não vou ter tempo, começo a descompensar! Viver na casa dos pais era tão bom... não tinha que me preocupar com nada disto!!!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Confúcio disse: ""Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida"
Ouvi esta frase e gostei. Gostei, porque goste do que faço. Claro que existem sempre aqueles dias em que não me apetece ir trabalhar, não por não querer ou não suportar voltar àquela rotina, mas porque a lanzeirice ou o cansaço fala mais alto. Gosto do que faço, sinto-me realizada profissionalmente, sinto que aprendo sempre algo mais a cada dia que passa, por muito pequena que seja essa nova aprendizagem. Claro que nem tudo é um mar de rosas, porque isso não existe, mas acho que é o mais perto da perfeição.
Muitas mudanças se avizinham a nível profissional e os zum-zuns não trazem bons prenúncios, o que me está a aterrorizar. As opções até agora são: 1. Continuar tudo na mesma e renovo o meu contrato; 2. Não ter o contrato renovado por a entidade não querer continuar com o projecto; 3. Não ter o contrato renovado não por a entidade não querer renovar o projecto, mas por preferir substituir-me (a mim e às minhas colegas) por pessoas que não sabem (nem querem saber) fazer o meu trabalho, mas que precisam completar os seus horários.
As probabilidades não estão do meu lado e, embora já tenha começado há algum tempo a sondar outras saídas, as coisas não estão fáceis e é impossível "não sofrer por antecipação" como nos dizem para fazer. Percebo que a intenção é a melhor, mas preferia que estivessem calados, porque dito de quem tem o posto assegurado de qualquer uma das formas não me vale de muito. Enfim, eu só queria muito continuar a trabalhar onde trabalho, porque trabalho há, e não é pouco. E eu ADORO trabalhar!
Muitas mudanças se avizinham a nível profissional e os zum-zuns não trazem bons prenúncios, o que me está a aterrorizar. As opções até agora são: 1. Continuar tudo na mesma e renovo o meu contrato; 2. Não ter o contrato renovado por a entidade não querer continuar com o projecto; 3. Não ter o contrato renovado não por a entidade não querer renovar o projecto, mas por preferir substituir-me (a mim e às minhas colegas) por pessoas que não sabem (nem querem saber) fazer o meu trabalho, mas que precisam completar os seus horários.
As probabilidades não estão do meu lado e, embora já tenha começado há algum tempo a sondar outras saídas, as coisas não estão fáceis e é impossível "não sofrer por antecipação" como nos dizem para fazer. Percebo que a intenção é a melhor, mas preferia que estivessem calados, porque dito de quem tem o posto assegurado de qualquer uma das formas não me vale de muito. Enfim, eu só queria muito continuar a trabalhar onde trabalho, porque trabalho há, e não é pouco. E eu ADORO trabalhar!
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
4.800€? Fosga-se!!

Ontem estava a ver um documentário no Discovery Civilization sobre Itália e a matar saudades da minha viagem de 2009 "à bota" da Europa. O documentário abordava a vida em várias grandes cidades de Itália e as tradições que as caracterizavam. Uma das cidades era, como não poderia deixar de ser, Milão, a capital da Moda. Sabiam que as mulheres italianas gastam em média 4.800€ por ano em roupa e acessórios? Pois, eu também não. Afinal, não gasto dinheiro quase nenhum em roupa!
Coisas cá de dentro
Indignações,
Reflexões
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Ele veta a lei, eu veto-o a ele!
Acho o nosso Presidente da República, o professor Aníbal Cavaco Silva, um bocado conservador e preconceituoso. Em Maio de 2010 aprova a lei do casamento homossexual contrariadíssimo, afirmando que "há momentos na vida de um país em que a ética da responsabilidade tem de ser colocada acima das convicções pessoais de cada um".
Ainda bem que o senhor não coloca as suas convicções pessoais acima da responsabilidade que tem, porque nignuém lhe perguntou se era a favor ou contra. Afirmou ainda que alguns países permitem a união de pessoas do mesmo sexo, mas sem a designação "casamento". Ora se o casamento é um "contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais" (atenção, no dicionário está duas pessoas e não duas pessoas do sexo oposto) porque é que não se pode chamar casamento?
Ainda bem que o senhor não coloca as suas convicções pessoais acima da responsabilidade que tem, porque nignuém lhe perguntou se era a favor ou contra. Afirmou ainda que alguns países permitem a união de pessoas do mesmo sexo, mas sem a designação "casamento". Ora se o casamento é um "contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais" (atenção, no dicionário está duas pessoas e não duas pessoas do sexo oposto) porque é que não se pode chamar casamento?
Enfim. Deve ter sido uma sapo tão grande de engolir que agora aproveitou para vetar o diploma que simplifica a mudança de sexo e de nome próprio no Registo Civil. Se houver um acompanhamento psicológico como deve ser e se se provar que a pessoa sabe bem o que quer e tem consciência das alterações fisiológicas a que se sujeita, porquê impedir essa pessoa de se sentir realizada e bem consigo mesma?
I don't get it!!!
I don't get it!!!
Coisas cá de dentro
Reflexões
A arte de googlar
A era moderna, das novas tecnologias e da internet trouxeram-nos uma nova palavra: Googlar. Palavra esta que já integra a nova edição do Grande Dicionário da Língua Portuguesa, publicado pela Porto Editora. Eu sou uma adepta do acto de googlar e é fascinante aquilo que podemos descobrir introduzindo algumas palavras na Internet. A merda é quando descobrimos coisas que preferíamos não saber. Como diz o velho ditado: "a ignorância é o caminho mais curto para a felicidade".
sábado, 1 de janeiro de 2011
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