Até eles ajudam na divulgação e prevenção. E divulgam tão bem...
Coisas que deveria dizer e não digo. Desabafos. Desvaneios. Desejos. Indignações. Frustrações. Recordações. Decisões. Enfim... Monólogos na almofada!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
another amazing version
Adoro a música "Rolling in the deep" da Adele desde a primeira vez que a ouvi, na rádio. Adorava e adoro. Continuo a conseguir ouvi-la várias vezes por dia sem me cansar. Um dia, sem que nada o previsse, ouvi pela primeira vez esta versão dos Linkin Park na VH1. Adorei. Amei. Amo ambas as versões, porque cada uma consegue transmitir-me as duas fases que atravessamos com o fim de uma relação. A versão da Adele recorda-me a raiva, a revolta, a vontade de gritar com toda a gente e de partir tudo. Esta, com outra voz espectacular só ao som do piano, transmite-me aquela dor gigantesca e esmagadora, que nos aperta tanto o coração que temos a sensação de não conseguir sequer respirar. Tenho pena que esta não passe tantas vezes nas rádios como a outra.
Coisas cá de dentro
Recordações,
Reflexões
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Wish me luck
Pronto, já está. Nestas questões o melhor mesmo é não pensar muito e avançar logo de uma vez. Já liguei e já está marcada a minha consulta de cirurgia refractiva. Não sei se serei ou não uma candidata à operação, mas quero saber o quanto antes, para saber se poderei finalmente deixar de usar lentes e óculos e ver como uma pessoa normal.
Aos 14 anos comecei a usar óculos porque tinha uma miopia hereditária e seria galopante até ao final da adolescência. Mas como sempre detestei usar óculos, assim que o meu pai os destruiu depois de lhes passar com o carro por cima pedi logo para começar a usar lentes. E assim foi. Desde os 16 que uso lentes de contacto e, claro, ao fim de uns 12 anos a usar lentes, a ver cada vez pior, a ter que ir para a praia e piscina de lentes e não poder abrir os olhos e a ter que voltar a usar óculos cada vez que tinha "contratempos oculares", o desejo de voltar a ver como via é gigantesco.
Ninguém que vê bem imagina como é frustrante não conseguir ver nitidamente quando se está sem lentes ou óculos. Na praia não conseguia perceber sequer se quem estava a meia dúzia de metros de mim me estava a fazer adeus ou a afogar-se e, na piscina, numa altura em que estive proibida de usar lentes durante 2 semanas, cheguei a confundir o professor de natação com o poste onde existia uma bóia de salvação (isto porque ele tinha uma t-shirt vermelha vestida nesse dia). Quero muito voltar a ver "autonomamente" e é já na próxima semana que saberei se existe ou não essa possibilidade. Wish me luck!
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