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domingo, 3 de julho de 2011

Competências linguísticas

Acho que tenho andado a menosprezar seriamente as minhas competências linguísticas. Acho sempre que não me safo lá muito bem com o Inglês, mas ao ver as algumas séries e filmes começo a achar que sou uma "pro" em técnicas de tradução de inglês.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Eleições

ELE: Olhe, eu vinha votar, mas perdi o meu cartão de eleitor. Como é que eu faço para votar?
EU: Tem o seu bilhete de identidade consigo ou o cartão de cidadão?
ELE: Tenho.
EU: E sabe o seu número de eleitor de cor? É que se souber, não há problema nenhum. Desde que tenha o seu BI consigo e souber o número pode votar na mesma.
ELE: Ahhh pois... mas não o sei de cor. E agora?
EU: Pois olhe, assim terá que ir à Junta de Freguesia, que lá, através dos seus dados, conseguem consultar a informação e dar-lhe o seu número.
ELE: Isso é que era bom, agora ter que ir à Junta, era só o que me faltava. Eu perdi o cartão. Perdi, perdi, paciência. E agora querem o quê? Se não conseguem ver aqui então já não voto!

Perdem o BI, o cartão de contribuinte ou o de saúde e tratam de tudo. Perdem o cartão de eleitor e não tratam de nada. É o nosso Portugal!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

4.800€? Fosga-se!!


Ontem estava a ver um documentário no Discovery Civilization sobre Itália e a matar saudades da minha viagem de 2009 "à bota" da Europa. O documentário abordava a vida em várias grandes cidades de Itália e as tradições que as caracterizavam. Uma das cidades era, como não poderia deixar de ser, Milão, a capital da Moda. Sabiam que as mulheres italianas gastam em média 4.800€ por ano em roupa e acessórios? Pois, eu também não. Afinal, não gasto dinheiro quase nenhum em roupa!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Não há mesmo volta a dar!

Hoje liguei a uma senhora para começar um grupo...
- Ahhh eu agora não sei se posso. É que acabou-se-me o rendimento mínimo e agora eu tenho que ir trabalhar porque não posso estar sem dinheiro, está a ver? É que agora não há mesmo volta a dar, eu tenho mesmo que ir trabalhar!
Isto realmente, fazer com que as pessoas trabalhem em vez de estarem em casa a ver o Goucha, a Fatinha ou a Julia enquanto o dinheirinho cai no banco é indecente!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Posso esbofetear quem faz isto?


Existem muitos programas de televisão americanos que me irritam e deixam a pensar "mas quem é que se lembrou de fazer uma merda destas"? Mas o Toddlers and Tiaras, que passa no Discovery Travel and Living, tira-me do sério. Bebés e crianças dos 0 aos 4/5 anos que entram em concursos de beleza em que as miúdas levam esticões para terem os penteados que as mães querem para condizer com os vestidos de mil euros que elas escolheram, que as maquilham como gente grande, lhes põem unhas postiças, as levam a sessões para as auto-bronzear e se lhes caírem os primeiros dentes de leite lhes metem placas porque o júri não vai gostar daqueles espaços. Tudo para que possam ganhar prémios de mil e tal euros. Mas que merda é esta? E como se tudo isto não fosse já uma barbaridade, nos números que têm que preparar para os júris, há mães que ensinam miúdas de 4 anos a terem um olhar sexy!?!? Quando vi isto pela primeira e única vez (depois de lá parar durante um zapping), tive vontade de esbofetear aquelas mães e os pais que disseram não gostar muito da ideia mas não fazerem nada para impedir aquilo. Apesar de termos o triste hábito de imitar grande parte dos programas estrangeiros, e a maior parte deles nada educativos, espero que ninguém tenha a infeliz ideia de fazer isto em Portugal.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Indignação pura e dura!


Mas que linda reunião a de hoje! Ando eu a fazer horas a mais (já lá vão 12h), a fazer a minha função e a dos outros porque eles não cumprem com o que têm que fazer, a apagar todos os fogos e mais alguns como se fosse bombeira, para depois os ver a dicutir porque estão a fazer 15 minutos a mais??? Por amor da Santa, pah, vão mas é comer merda!!!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Non capisco

Aqui no meu "resort" de cinco estrelas falam muito mal do meu estaminé, porque segundo dizem, aqui não se faz nada. Mas quando alguém lhes pergunta se querem vir trabalhar para cá ninguém quer. Não percebo... sempre pensei que o sonho de qualquer pessoa era "não fazer nada".

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Escravos? LOL

Felizmente ainda há alguns que trabalham que nem uns mouros, que são profissionais, exigentes, dedicados e interessados em inovar, em fazer coisas novas todos os anos, que se interessam em aprender, em acompanhar a evolução tecnológica e a motivar os alunos, mas entristece-me muito ver que grande parte deles, quanto menos faz, menos quer fazer!
Mas eu no fundo, no fundo, bem lá no meu fundo, compreendo a revolta. Afinal, quem é que gostava de deixar de trabalhar apenas umas 8 ou 12 horas por semana, para passar a trabalhar 35? E pior... ter que dar mostras desse trabalho!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Finally!

Finalmente, amortecedores para o meu rabiosque!
Gostam da minha nova cadeira do trabalho?? Fui EU que a COMPREI!!!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Eu... que adoro repteis!!!

Já não bastava o calor da sala, as cadeiras de pau, as baratas quase do tamanho de ratos nos corredores do pavilhão e no WC, agora também tenho duas lagartixas a percorrerem o rodapé da minha sala? Mesmo atrás da minha cadeira?? E agora? Como é que eu vou conseguir voltar a pôr os meus pés no chão?? Como??

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Efeito Pigmaleão

Durante o meu ensino secundário, tive a mesma professora a Biologia 3 anos seguidos.

  • No 1º período do meu 10º ano tive 9 no primeiro teste de Ciências da Natureza e 10 no segundo. Andava mal de amores e isso afectava-nos profundamente aos 15 anos. No dia da auto-avaliação, disse que merecia um 10, não só porque a média era 9,5, mas porque não faltava às aulas, fazia os T.P.C. e participava nas aulas. “Ficas com 9 para não andares de cabeça no ar”. A minha prima D., no segundo período, desceu de um 14 para um 9 (quando a média devia ser um 11) “para não andar com cara de parva”.
  • Quando fazíamos testes nos laboratórios de Biologia, os bons alunos ficavam todos isolados na sala de preparação de materiais e o resto da turma na sala, a ser vigiada por ela para não copiarmos.
  • No final do ano, os mesmos alunos tiveram 2 valores a mais para poderem ir com uma notita melhor a exame nacional e alguns dos restantes (inclusive eu!) tiveram só 1 valor. Só um porque “eles vão para cursos com médias mais altas”…
  • No 12º ano tinha 2 manuais para dar para me preparar para o exame nacional de Biologia. Não acabei sequer o primeiro, porque ela passava as aulas a coscuvilhar a nossa vida. E nos poucos momentos em que nos tentou ensinar algo, valeu-nos alguns colegas repetentes, que a chamavam a atenção para alguns erros científicos, correndo mesmo o risco de serem expulsos por a contradizerem!
  • Durante o meu percurso com esta professora não me lembro de conseguir ter mais que 13 valores, mesmo quando sabia estar a ter um desempenho muito positivo e os momentos de avaliação correrem-me muito bem. Quando decidi repetir o 12º ano para fazer melhoria na média final, anulei Biologia porque sabia que ela não ficaria comigo, pois iria pegar num 10º. Fiquei super feliz e pensei: “Finalmente vou deixar de ter 13”. Tive outro professor no 10º ano que até bêbado ensinava melhor que ela. Tive 15 no 1º período. No 2º o Sr. meteu baixa e o meu maior pesadelo realizou-se: ELA VOLTOU!! Escusado será dizer que voltei a ter 13…

É por estas e por outras, mas principalmente por esta, que eu sou a favor da avaliação de professores! A favor da avaliação e de entrevistas de selecção que condicionem as colocações ou as “efectivações”.