Mostrar mensagens com a etiqueta Pânico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pânico. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Confúcio disse: ""Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida"

Ouvi esta frase e gostei. Gostei, porque goste do que faço. Claro que existem sempre aqueles dias em que não me apetece ir trabalhar, não por não querer ou não suportar voltar àquela rotina, mas porque a lanzeirice ou o cansaço fala mais alto. Gosto do que faço, sinto-me realizada profissionalmente, sinto que aprendo sempre algo mais a cada dia que passa, por muito pequena que seja essa nova aprendizagem. Claro que nem tudo é um mar de rosas, porque isso não existe, mas acho que é o mais perto da perfeição.

Muitas mudanças se avizinham a nível profissional e os zum-zuns não trazem bons prenúncios, o que me está a aterrorizar. As opções até agora são: 1. Continuar tudo na mesma e renovo o meu contrato; 2. Não ter o contrato renovado por a entidade não querer continuar com o projecto; 3. Não ter o contrato renovado não por a entidade não querer renovar o projecto, mas por preferir substituir-me (a mim e às minhas colegas) por pessoas que não sabem (nem querem saber) fazer o meu trabalho, mas que precisam completar os seus horários.

As probabilidades não estão do meu lado e, embora já tenha começado há algum tempo a sondar outras saídas, as coisas não estão fáceis e é impossível "não sofrer por antecipação" como nos dizem para fazer. Percebo que a intenção é a melhor, mas preferia que estivessem calados, porque dito de quem tem o posto assegurado de qualquer uma das formas não me vale de muito. Enfim, eu só queria muito continuar a trabalhar onde trabalho, porque trabalho há, e não é pouco. E eu ADORO trabalhar!

domingo, 21 de novembro de 2010

Se não é mau olhado então não sei!

No sábado de manhã as ferragens que suportam um dos módulos do móvel da sala partiram-se quando eu estava a baixar a porta. Não sei bem como, mas consegui segurá-lo no sítio, com a minha imensa força, impedindo-o de cair sobre o de baixo, enquanto me desviava das garrafas e dos copos que iam caindo. Eu devia parecer o Keanu Reeves no Matrix, não a desviar-se de balas, mas de garrafas de álcool. Lá o consegui endireitar, enquanto com um dos pés tentava enrolar a ponta da carpete para o Pisang Ambon que se espalhava pelo chão não chegar a ela. SURREAL! O M. tinha saído quando tudo aconteceu e durante uns 20minutos lá estive eu, sozinha, em bicos de pés a tentar segurar o módulo, a ver os meus braços a tremer do esforço, com os pés já ensopados em Pisang Ambon. 10minutos depois comecei a descontrolar-me, a chorar baba e ranho e a dizer em voz alta: "M. despacha-te, por favor! Não te demores que eu não consigo aguentar muito mais", como se ele me ouvisse. Era o meu pensamento positivo no seu mais alto nível. Fiquei com um enorme hematoma na coxa, que serviu de amortecedor às garrafas e aos copos que iam caindo. Era a coxa ou a cabeça, por isso optei pela primeira. O M. chegou, ajudou-me, acalmou-me e resolveu tudo. A loja responsabilizou-se pelos estragos e vai substituir o que se estragou! Apesar de tudo, podia ter sido muito pior. Um azar do caraças ou mau olhado? Não sei, mas começou-me a inclinar pela segunda opção...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Eu... que adoro repteis!!!

Já não bastava o calor da sala, as cadeiras de pau, as baratas quase do tamanho de ratos nos corredores do pavilhão e no WC, agora também tenho duas lagartixas a percorrerem o rodapé da minha sala? Mesmo atrás da minha cadeira?? E agora? Como é que eu vou conseguir voltar a pôr os meus pés no chão?? Como??