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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Desapontamento


Desde que me apareceu o período pela primeira vez, sempre fui certinha como um relógio. Assim o fui até de iniciar a pílula, assim fui durante os anos em que a tomei, e assim tenho sido desde que a interrompi para engravidar. A ansiedade tem andado ao rubro desde o início do ano, pela indefinição do meu futuro profissional e, apesar de tal nunca ter influenciado o meu “relógio mestrual”, sempre pensei que influenciaria o conseguir engravidar. Até ao mês passado, em que, pela primeira vez nos últimos 15 anos, ele se atrasa pela primeira vez… uma semana! Uma semana! Aos primeiros dias sente-se desconfiança e uma certa ansiedade, sempre à espera de não o ver aparecer e, inevitavelmente, à medida que os dias vão passando e nem sinal, a esperança vai crescendo de uma forma avassaladora. Como sou muito terra-a-terra, vou trabalhando mentalmente os meus pensamentos para não criar demasiadas expectativas, questionando até mesmo os outros sintomas sentidos semelhantes ao de uma gravidez. A ansiedade (e uma alegria inocente) cresce à medida que os dias passam e que se fazem as leituras de outras experiências. Ao fim de uma semana, e uma hora depois de se comprar o teste de gravidez, o cabrão aparece… e o desapontamento instala-se. Ainda não foi desta.   

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Futebol Vs Função Pública

No futebol, quando um treinador não apresenta resultados vai embora num abrir e fechar de olhos.
Fala-se tanto na reforma da administração pública... porque não adoptar esta estratégia? Talvez as coisas funcionassem melhor e o buraco orçamental não fosse tão grande.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Um dia quando crescer quero ser assim...

Diálogo entre mim e o M. depois de um dia de trabalho, em que cheguei a casa descompensada por não ter dito, com todas as palavras, o que queria realmente dizer.

- Mas tu tens razão para dizeres isso? - pergunta-me ele.
- Claro que tenho, eles não cumpriram com o que tinham que fazer, com aquilo que faz parte das funções deles.
- Então que se foda, pah! Estás lá para trabalhar, assim como eles. Por isso se estás a fazer tudo como deve ser, a dar o teu melhor e a tentares que os outros o façam também, diz as coisas e não te preocupes se gostam de ti ou não. Estás lá para trabalhar, não estás lá agradar os outros.

Um dia quando crescer, quero ser assim como o meu M. Gostava tanto de conseguir ter a frontalidade dele…

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

another amazing version





Adoro a música "Rolling in the deep" da Adele desde a primeira vez que a ouvi, na rádio. Adorava e adoro. Continuo a conseguir ouvi-la várias vezes por dia sem me cansar. Um dia, sem que nada o previsse, ouvi pela primeira vez esta versão dos Linkin Park na VH1. Adorei. Amei. Amo ambas as versões, porque cada uma consegue transmitir-me as duas fases que atravessamos com o fim de uma relação. A versão da Adele recorda-me a raiva, a revolta, a vontade de gritar com toda a gente e de partir tudo. Esta, com outra voz espectacular só ao som do piano, transmite-me aquela dor gigantesca e esmagadora, que nos aperta tanto o coração que temos a sensação de não conseguir sequer respirar. Tenho pena que esta não passe tantas vezes nas rádios como a outra.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

the shame of unemployment...

12 dias. Foi esta a duração da minha situação de desemprego. Foi curto, felizmente, porque tive a sorte de ficar desempregada entre o fim de um contrato e o início de um outro, para o qual tinha gigantescas probabilidades de ser seleccionada.
Nos últimos meses trabalhei com muitas pessoas que estavam desempregadas. Vi homens com 45, 55 anos a chorar por estarem desempregados depois de mais de 30 anos de trabalho. Por quererem trabalhar e não os aceitarem porque “são velhos de mais para a função”. Por sentirem vergonha da sua situação e por se sentirem inúteis à sociedade. Eu dizia “compreendo” com uma enorme emoção e compaixão a apertar o peito e a querer saltar pelos olhos, mas ninguém entende verdadeiramente ninguém até estar do lado de lá.
12 dias deram-me para estar do lado de lá, para pensar e perceber aqueles sentimentos que me eram expressados. Porque apesar de ter ficado desempregada muito pouco tempo e já praticamente com trabalho garantido, aquele sentimento de vergonha de estar sem fazer nada está sempre lá.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Eis o meu estado de conservação...

Estou cada vez mais perto dos trinta e volta e meia ainda me dão 16 ou 18 anos quando olham para mim. Há 10 anos atrás isto seria um insulto, hoje, considero-o um elogio.

domingo, 31 de julho de 2011

127 horas


Acabei de ver o filme 127 horas. Adorei. Em certos momentos acho que o meu próprio organismo injectava em si doses de adrenalina. Foi emocionante, pesado e houve momentos tão difíceis de digerir, que por vezes para evitar que as gomas que tinha acabado de comer subissem e visitassem o meu sofá, tinha que desviar o olhar do ecrã. O James Franco faz uma interpretação magnifica, mas o filme e a história de vida que está por trás é absolutamente fascinante. Ao ver o filme só me conseguia lembrar que estava a assistir a algo que aconteceu na vida real e fiquei fascinada e a admirar o verdadeiro Aron Ralston. Eu digo que amo a vida, mas seria incapaz de fazer o que ele fez. Se fosse comigo, assim que ficasse presa acho que chorava baba e ranho até desfalecer e morrer logo ali. Aquilo sim é autocontole. Aquilo sim é uma vontade gigantesca de viver .

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O desejo da imortalidade

Hoje soube que a mãe de uma amiga de infância morreu, assim, de repente, porque o coração ao fim de pouco mais de 60 anos se cansou de bater. Desde miúda que lido muito mal com funerais. Os únicos a que fui, foi ao dos meus avós e ao da avó do M. e até hoje não esqueço o som da terra a cair em cima do caixão. São recordações que procuro esquecer a todo o custo e que me fazem ter ainda mais aversão a estas situações. Logo, vou lá estar ao pé dela, a dar força, mas acho que em silêncio, porque para além de não saber nunca o que dizer, acho que nestas alturas nenhuma palavra pode minimizar esta dor. Uma amiga dizia-me "eu só de pensar que podia ser comigo dá-me logo vontade de chorar". Eu, nem consigo conceber tal ideia, porque eu acho que os meus pais são eternos, imortais e vão estar sempre comigo. Acho que nunca irei passar por isso... mas quando me lembro que as coisas não acontecem só aos outros, acho que apesar de me considerar uma pessoa forte, não conseguirei sobreviver à dor, se um dia os perder.

domingo, 26 de junho de 2011

Ending holidays - Parte I

A minha semana de férias está a poucas horas de terminar. Andava cansada, desmotivada, ansiosa, preocupada, precisava urgentemente de sair daqui durante uns dias para espairecer e me recompor. Queria viajar para longe, como se uns milhares de quilómetros conseguissem minimizar melhor as preocupações do que apenas algumas centenas. Não fui para longe, porque sou demasiado prudente e racional, mas fui para perto e também soube muito bem. Soube ainda melhor quando a poucos dias de entrar de férias surge uma luz ao fundo do túnel. Nada como uns dias de sol e mar no Algarve para repor as energias. Não é Antalya ou Punta Cana ou o meu querido México, mas serviu para animar, descansar, passear e trabalhar a "barriguinha d'ouro". A paz de espírito ainda não reina, mas espero que faltem poucas semanas para ela regressar.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estratégias

Já comi um magnum double caramelo para me ajudar a levar este dia para a frente... mas não está a resultar. Se calhar, tenho que ir comprar umas gomas para me ajudarem.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

avaliação, para que te quero!

Durante 18 anos de escola, tive excelentes professores, professores muito bons, bons, assim-assim, e outros que nunca percebi porque tinham a designação de “professor”. Por isso, sempre fui acérrima defensora da avaliação, porque mesmo que injusta e imperfeita (porque não há modelos de avaliação perfeitos), antes uma imperfeita que a ausência dela.


Hoje ouvi no canal AR TV, na Comissão de Educação e Ciência, um Seminário sobre a avaliação do desempenho docente. Durante 40 minutos procurei ouvir vários pontos de vista. Das 10 intervenções que ouvi, 9 deixaram-me com medo de, no futuro, ter filhos meus na escola: a avaliação só deve ser utilizada para a progressão na carreira dos professores??? [então e a melhoria do ensino em Portugal, que se lixe?]; dentro da avaliação das escolas, os professores devem ser avaliados, mas nunca classificados [mas há avaliação sem classificação, seja ela quantitativa ou qualitativa?]; “se a avaliação foi suspensa, porque é que a minha escola, e outras, continuam a manter o modelo em funcionamento?” [esta senhora professora, deve-se ter esquecido que as leis só entram em vigor depois de publicadas em Diário da República! É só cultura geral!]; os professores em vez de trabalharem uns com uns outros, trabalham uns contra os outros [realmente, muitos membros desta classe são incapazes de trabalhar em equipa].


Apenas uma única professora, Inês Castro, – a única que ouvi até hoje – defendeu manter a avaliação e considerou a decisão da assembleia da república em suspender o modelo de avaliação uma decisão que “não lembra ao diabo”. Todos os outros "oradores" congratularam a decisão, só ela a considerou absurda, não só porque se está a 4 meses do final do ano lectivo, mas também porque considerou que a mesma “não prestigia o ensino”. Não prestigia porque a fizeram alegando ser “o problema central dos professores”, quando os problemas centrais são os cortes salariais, a não mudança de escalão, as condições de trabalho, a precariedade para os professores contratados ou a formação insuficiente para as necessidades do dia-a-dia. (se bem que, a minha opinião, este último problema não pode ser resolvido enquanto se continuar a querer acumular horas de formação em muita coisa e em coisa nenhuma, não para se melhorar o desempenho profissional, mas para se progredir na carreira).


No dia-a-dia, estas são também as preocupações de que os oiço falar. Mas então porque é que nas mega-manifestações só os oiço falar da burocracia da avaliação?


Tenho pena, muita pena mesmo que, no final do magnífico, sincero e desprendido de interesses pessoais, discurso daquela professora, só se tenha ouvido meia dúzia de pessoas a bater palmas. Serão os únicos, no meio de toda aquela gente, genuinamente interessada e preocupada com o estado do ensino em Portugal?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A clareza dos pedidos de esclarecimento

Toda esta instabilidade na minha vida profissional e o não saber o que o futuro me reserva deixa-me apreensiva, reflexiva, nervosa e insegura. Nunca fui, nem sou, de me conformar, de cruzar os braços, mas sei que quando ando para a frente ando sempre a medo, como se o chão que vou pisar estivesse repleto de minas. Às vezes penso que por um lado é bom, porque me torna cautelosa mas, por outro, receio que essa cautela se confunda com insegurança.
Como me faz confusão ninguém me saber dar uma informação concreta, decidi fazer um pedido de esclarecimentos à entidade responsável pelo projecto em que estou envolvida. Depois de semana e meia de ansiedade, lá chegou a resposta: "temos estado a envidar esforços junto da tutela, no sentido de se assegurar a possibilidade de renovação das vagas abertas, permitindo, a (re)afectação destes elementos às equipas" [eis o ânimo a crescer em mim] mas, estes processos de reafectação, no caso de entidades como a minha, será da responsabilidade da própria.
Por outras palavras, embora estejam a sensibilizar a entidade para nos renovarem os contratos, eles é que decidem se nós ficamos ou se ficam os que não sabem fazer o meu trabalho.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Black Swan



Na sexta-feira à noite fui ver o filme Black Swan e ADOREI. É incrível como a necessidade de atingirmos a perfeição e a pressão exterior para a alcançarmos nos pode levar à loucura. A determinada altura eu própria já não sabia o que era a realidade e o que era a loucura da personagem. Ainda não vi todos os filmes nomeados para os óscares, mas pelo que vi a Natalie Portman merece efectivamente um óscar para melhor atriz por este filme. A interpretação é brilhante e o filme, em si, para mim, magnífico.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Morrer por dentro

Criticamos as pessoas por serem duras, frias, secas e individualistas e achamos que estão sempre com cara de que todos-lhes-devem-e-ninguém-lhes-paga, mas a maior parte das vezes nem pensamos que foi a vida que as fez agir assim. Quando descobrimos que na origem dessa forma de estar na vida vem de um passado duro, não conseguimos nem sequer imaginar o peso do sofrimento que carregam. Nunca pensei conviver com uma pessoa assim de perto, mas convivi. E isso acho que me está a fazer mudar. A tornar mais tolerante, consciente e cuidadosa, porque um erro, um azar da vida, pode-nos arruinar a vida e matar por dentro.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A guerra não se conta

Hoje estive a ver a Grande Reportagem da SIC, sobre a Guerra Colonial. Sei que existiu não só por a ter dado na escola, mas por o meu pai ter sobrevivido a ela. Cresci a ouvi-lo muitas vezes falar da Guerra. Uma Guerra para onde foi obrigado e contrariado, por não a entender nem com ela concordar. Mas teve que ir, que antes do 25 de Abril não havia voto na matéria, fosse ela qual fosse. Ouvi-o e oiço-o muitas vezes falar das coisas boas, das peripécias, da camaradagem, de como ocupavam os dias lá no fim do mundo mas, por vezes, também das missões e emboscadas, das quais não fala em pormenor, talvez porque, como disseram na reportagem “a guerra não se conta”.

(In)Felizmente, foi para lá já nos últimos anos e, pelo que conta, o pior já tinha passado. Ainda assim, recorda e partilha, com as palavras e com o olhar, muitas coisas que viveu, com emoção e por vezes com uma certa dor…. “uma dor que cá fica” como diz um ex-combatente no final da reportagem. A dor do que viveram e do esquecimento a que os ex-combatentes foram votados. Como o meu pai uma vez disse “os felizmente poucos problemas físicos que tive, já estão debelados, mas os traumas psicológicos...esses apenas morrerão comigo!”

A guerra é uma dor para quem a viveu, mas também para quem vive com quem viveu a Guerra. A dor de não lhes poder tirar essa dor da alma.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Estou c'a neura!

Cada vez que penso no que tenho que fazer no fim-de-semana que aí vem e no que teria também para fazer e não farei porque não vou ter tempo, começo a descompensar! Viver na casa dos pais era tão bom... não tinha que me preocupar com nada disto!!!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Confúcio disse: ""Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida"

Ouvi esta frase e gostei. Gostei, porque goste do que faço. Claro que existem sempre aqueles dias em que não me apetece ir trabalhar, não por não querer ou não suportar voltar àquela rotina, mas porque a lanzeirice ou o cansaço fala mais alto. Gosto do que faço, sinto-me realizada profissionalmente, sinto que aprendo sempre algo mais a cada dia que passa, por muito pequena que seja essa nova aprendizagem. Claro que nem tudo é um mar de rosas, porque isso não existe, mas acho que é o mais perto da perfeição.

Muitas mudanças se avizinham a nível profissional e os zum-zuns não trazem bons prenúncios, o que me está a aterrorizar. As opções até agora são: 1. Continuar tudo na mesma e renovo o meu contrato; 2. Não ter o contrato renovado por a entidade não querer continuar com o projecto; 3. Não ter o contrato renovado não por a entidade não querer renovar o projecto, mas por preferir substituir-me (a mim e às minhas colegas) por pessoas que não sabem (nem querem saber) fazer o meu trabalho, mas que precisam completar os seus horários.

As probabilidades não estão do meu lado e, embora já tenha começado há algum tempo a sondar outras saídas, as coisas não estão fáceis e é impossível "não sofrer por antecipação" como nos dizem para fazer. Percebo que a intenção é a melhor, mas preferia que estivessem calados, porque dito de quem tem o posto assegurado de qualquer uma das formas não me vale de muito. Enfim, eu só queria muito continuar a trabalhar onde trabalho, porque trabalho há, e não é pouco. E eu ADORO trabalhar!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

4.800€? Fosga-se!!


Ontem estava a ver um documentário no Discovery Civilization sobre Itália e a matar saudades da minha viagem de 2009 "à bota" da Europa. O documentário abordava a vida em várias grandes cidades de Itália e as tradições que as caracterizavam. Uma das cidades era, como não poderia deixar de ser, Milão, a capital da Moda. Sabiam que as mulheres italianas gastam em média 4.800€ por ano em roupa e acessórios? Pois, eu também não. Afinal, não gasto dinheiro quase nenhum em roupa!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ele veta a lei, eu veto-o a ele!

Acho o nosso Presidente da República, o professor Aníbal Cavaco Silva, um bocado conservador e preconceituoso. Em Maio de 2010 aprova a lei do casamento homossexual contrariadíssimo, afirmando que "há momentos na vida de um país em que a ética da responsabilidade tem de ser colocada acima das convicções pessoais de cada um".

Ainda bem que o senhor não coloca as suas convicções pessoais acima da responsabilidade que tem, porque nignuém lhe perguntou se era a favor ou contra. Afirmou ainda que alguns países permitem a união de pessoas do mesmo sexo, mas sem a designação "casamento". Ora se o casamento é um "contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais" (atenção, no dicionário está duas pessoas e não duas pessoas do sexo oposto) porque é que não se pode chamar casamento?

Enfim. Deve ter sido uma sapo tão grande de engolir que agora aproveitou para vetar o diploma que simplifica a mudança de sexo e de nome próprio no Registo Civil. Se houver um acompanhamento psicológico como deve ser e se se provar que a pessoa sabe bem o que quer e tem consciência das alterações fisiológicas a que se sujeita, porquê impedir essa pessoa de se sentir realizada e bem consigo mesma?

I don't get it!!!

A arte de googlar

A era moderna, das novas tecnologias e da internet trouxeram-nos uma nova palavra: Googlar. Palavra esta que já integra a nova edição do Grande Dicionário da Língua Portuguesa, publicado pela Porto Editora. Eu sou uma adepta do acto de googlar e é fascinante aquilo que podemos descobrir introduzindo algumas palavras na Internet. A merda é quando descobrimos coisas que preferíamos não saber. Como diz o velho ditado: "a ignorância é o caminho mais curto para a felicidade".