Coisas que deveria dizer e não digo. Desabafos. Desvaneios. Desejos. Indignações. Frustrações. Recordações. Decisões. Enfim... Monólogos na almofada!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Para 2012 quero...
Por isso, só quero que 2012 me proporcione:
1. Saúde para mim e para todos os que amo;
2. Muita alegria, esperança e boa disposição;
3. Força e determinação para superar todos os obstáculos que me possam surgir;
4. Abertura de novas portas e janelas em termos profissionais;
5. Ser mãe.
Que venha 2012!!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
another amazing version
Adoro a música "Rolling in the deep" da Adele desde a primeira vez que a ouvi, na rádio. Adorava e adoro. Continuo a conseguir ouvi-la várias vezes por dia sem me cansar. Um dia, sem que nada o previsse, ouvi pela primeira vez esta versão dos Linkin Park na VH1. Adorei. Amei. Amo ambas as versões, porque cada uma consegue transmitir-me as duas fases que atravessamos com o fim de uma relação. A versão da Adele recorda-me a raiva, a revolta, a vontade de gritar com toda a gente e de partir tudo. Esta, com outra voz espectacular só ao som do piano, transmite-me aquela dor gigantesca e esmagadora, que nos aperta tanto o coração que temos a sensação de não conseguir sequer respirar. Tenho pena que esta não passe tantas vezes nas rádios como a outra.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Wish me luck
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
erro de casting
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
erro de criação
terça-feira, 13 de setembro de 2011
the shame of unemployment...
Nos últimos meses trabalhei com muitas pessoas que estavam desempregadas. Vi homens com 45, 55 anos a chorar por estarem desempregados depois de mais de 30 anos de trabalho. Por quererem trabalhar e não os aceitarem porque “são velhos de mais para a função”. Por sentirem vergonha da sua situação e por se sentirem inúteis à sociedade. Eu dizia “compreendo” com uma enorme emoção e compaixão a apertar o peito e a querer saltar pelos olhos, mas ninguém entende verdadeiramente ninguém até estar do lado de lá.
12 dias deram-me para estar do lado de lá, para pensar e perceber aqueles sentimentos que me eram expressados. Porque apesar de ter ficado desempregada muito pouco tempo e já praticamente com trabalho garantido, aquele sentimento de vergonha de estar sem fazer nada está sempre lá.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Eis o meu estado de conservação...
Estou cada vez mais perto dos trinta e volta e meia ainda me dão 16 ou 18 anos quando olham para mim. Há 10 anos atrás isto seria um insulto, hoje, considero-o um elogio.
domingo, 31 de julho de 2011
127 horas

terça-feira, 26 de julho de 2011
quando pá...
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O desejo da imortalidade
domingo, 10 de julho de 2011
se nós adoramos, como podem eles não gostar?
A sexta despedida de solteira teve direito a um workshop de dança na cadeira. Uma professora, seis alunas, uma cadeira para cada uma, música sensual e muito boa disposição. A coreografia envolvia, entre outras coisas: andar sensual, pôr a perna na cadeira, abanar a anca, palmadinhas no rabo, pernas para o ar, abre pernas, fecha pernas (qual Sharon Stone, qual quê!), roda a cabeça, mexe no cabelo, abraça-te a ti própria, agora vira a cabeça para o outro lado, agacha uma, agacha duas, arrasta cadeira... tanta coisa que chegávamos ao fim e quase que já nem nos lembrávamos do início. Foi uma hora de trabalho, de aprendizagens, treino, risos, cadeiras pelo ar, cabeçadas... uma animação.
Também adorei o workshop da dança no varão mas este, embora igualmente difícil, é mais fácil de fazer em casa! Mas aquela porra cansa... é preciso concentração, rapidez e força nos braços. No entanto, é bom para conhecermos o nosso corpo, para aprendermos a ser um pouco mais sensuais e para nos desinibirmos também um pouco. Foi super engraçado e toda a gente adorou. E repito o que disse na do varão: se nós adoramos, como podem eles não gostar?
sexta-feira, 8 de julho de 2011
car crash
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Despedida de solteira
domingo, 3 de julho de 2011
Competências linguísticas
sábado, 2 de julho de 2011
Cada qual tem aquilo que merece...
terça-feira, 28 de junho de 2011
Regressar ao trabalho
domingo, 26 de junho de 2011
Ending holidays - Parte I
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Pega-monstros!

quinta-feira, 19 de maio de 2011
Tristeza...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Estratégias
terça-feira, 17 de maio de 2011
Quem não sabe... não fala
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Por falar em Humanidade...
"Ter suficiente domínio sobre si mesmo para julgar os outros em comparação consigo e agir em relação a eles como nós quereríamos que eles agissem para connosco é o que se pode chamar a doutrina da humanidade; nada há mais para além disso.
Se não se tem um coração misericordioso e compassivo, não se é um homem;
se não se têm os sentimentos da vergonha e da aversão, não se é um homem;
se não se têm os sentimentos da abnegação e da cortesia, não se é um homem;
se não se tem o sentimento da verdade e do falso ou do justo e do injusto, não se é um homem.
Um coração misericordioso e compassivo é o princípio da humanidade;
o sentimento da vergonha e da aversão é o princípio da equidade e da justiça;
o sentimento da abnegação e da cortesia é o princípio do convívio social;
o sentimento do verdadeiro e do falso ou do justo e injusto é o princípio da sabedoria.
Os homens têm estes quatro princípios, do mesmo modo que têm quatro membros."
In 'A Sabedoria de Confúcio'
Macabro, é certo... mas bom para reflectir
"Os Gerentes de uma Editora estão a tentar descobrir porque é que ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há CINCO DIAS.
George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Revisor de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários. Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana.
O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse: 'O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente e ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.' A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco."
Como é que é possível ninguém estranhar uma pessoa passar 5 dias exactamente na mesma posição, sem ter um único movimento durante horas e sempre com a mesma roupa?
terça-feira, 10 de maio de 2011
Espírito de sacríficio
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Frustrar pela manhã
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Bad day
terça-feira, 3 de maio de 2011
annoying...
Mário Quintana
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
A caganeirice dos títulos académicos
sexta-feira, 1 de abril de 2011
avaliação, para que te quero!
Durante 18 anos de escola, tive excelentes professores, professores muito bons, bons, assim-assim, e outros que nunca percebi porque tinham a designação de “professor”. Por isso, sempre fui acérrima defensora da avaliação, porque mesmo que injusta e imperfeita (porque não há modelos de avaliação perfeitos), antes uma imperfeita que a ausência dela.
Hoje ouvi no canal AR TV, na Comissão de Educação e Ciência, um Seminário sobre a avaliação do desempenho docente. Durante 40 minutos procurei ouvir vários pontos de vista. Das 10 intervenções que ouvi, 9 deixaram-me com medo de, no futuro, ter filhos meus na escola: a avaliação só deve ser utilizada para a progressão na carreira dos professores??? [então e a melhoria do ensino em Portugal, que se lixe?]; dentro da avaliação das escolas, os professores devem ser avaliados, mas nunca classificados [mas há avaliação sem classificação, seja ela quantitativa ou qualitativa?]; “se a avaliação foi suspensa, porque é que a minha escola, e outras, continuam a manter o modelo em funcionamento?” [esta senhora professora, deve-se ter esquecido que as leis só entram em vigor depois de publicadas em Diário da República! É só cultura geral!]; os professores em vez de trabalharem uns com uns outros, trabalham uns contra os outros [realmente, muitos membros desta classe são incapazes de trabalhar em equipa].
Apenas uma única professora, Inês Castro, – a única que ouvi até hoje – defendeu manter a avaliação e considerou a decisão da assembleia da república em suspender o modelo de avaliação uma decisão que “não lembra ao diabo”. Todos os outros "oradores" congratularam a decisão, só ela a considerou absurda, não só porque se está a 4 meses do final do ano lectivo, mas também porque considerou que a mesma “não prestigia o ensino”. Não prestigia porque a fizeram alegando ser “o problema central dos professores”, quando os problemas centrais são os cortes salariais, a não mudança de escalão, as condições de trabalho, a precariedade para os professores contratados ou a formação insuficiente para as necessidades do dia-a-dia. (se bem que, a minha opinião, este último problema não pode ser resolvido enquanto se continuar a querer acumular horas de formação em muita coisa e em coisa nenhuma, não para se melhorar o desempenho profissional, mas para se progredir na carreira).
No dia-a-dia, estas são também as preocupações de que os oiço falar. Mas então porque é que nas mega-manifestações só os oiço falar da burocracia da avaliação?
Tenho pena, muita pena mesmo que, no final do magnífico, sincero e desprendido de interesses pessoais, discurso daquela professora, só se tenha ouvido meia dúzia de pessoas a bater palmas. Serão os únicos, no meio de toda aquela gente, genuinamente interessada e preocupada com o estado do ensino em Portugal?
sexta-feira, 25 de março de 2011
Falou bonito!!!
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Sadness
domingo, 20 de março de 2011
FDS da treta!
terça-feira, 15 de março de 2011
Medo, muito medo!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A clareza dos pedidos de esclarecimento
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Black Swan

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Morrer por dentro
domingo, 6 de fevereiro de 2011
A guerra não se conta
(In)Felizmente, foi para lá já nos últimos anos e, pelo que conta, o pior já tinha passado. Ainda assim, recorda e partilha, com as palavras e com o olhar, muitas coisas que viveu, com emoção e por vezes com uma certa dor…. “uma dor que cá fica” como diz um ex-combatente no final da reportagem. A dor do que viveram e do esquecimento a que os ex-combatentes foram votados. Como o meu pai uma vez disse “os felizmente poucos problemas físicos que tive, já estão debelados, mas os traumas psicológicos...esses apenas morrerão comigo!”
A guerra é uma dor para quem a viveu, mas também para quem vive com quem viveu a Guerra. A dor de não lhes poder tirar essa dor da alma.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Frase do dia
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Bad news
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Eleições
EU: Tem o seu bilhete de identidade consigo ou o cartão de cidadão?
ELE: Tenho.
EU: E sabe o seu número de eleitor de cor? É que se souber, não há problema nenhum. Desde que tenha o seu BI consigo e souber o número pode votar na mesma.
ELE: Ahhh pois... mas não o sei de cor. E agora?
EU: Pois olhe, assim terá que ir à Junta de Freguesia, que lá, através dos seus dados, conseguem consultar a informação e dar-lhe o seu número.
ELE: Isso é que era bom, agora ter que ir à Junta, era só o que me faltava. Eu perdi o cartão. Perdi, perdi, paciência. E agora querem o quê? Se não conseguem ver aqui então já não voto!
Perdem o BI, o cartão de contribuinte ou o de saúde e tratam de tudo. Perdem o cartão de eleitor e não tratam de nada. É o nosso Portugal!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Estou c'a neura!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Confúcio disse: ""Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida"
Muitas mudanças se avizinham a nível profissional e os zum-zuns não trazem bons prenúncios, o que me está a aterrorizar. As opções até agora são: 1. Continuar tudo na mesma e renovo o meu contrato; 2. Não ter o contrato renovado por a entidade não querer continuar com o projecto; 3. Não ter o contrato renovado não por a entidade não querer renovar o projecto, mas por preferir substituir-me (a mim e às minhas colegas) por pessoas que não sabem (nem querem saber) fazer o meu trabalho, mas que precisam completar os seus horários.
As probabilidades não estão do meu lado e, embora já tenha começado há algum tempo a sondar outras saídas, as coisas não estão fáceis e é impossível "não sofrer por antecipação" como nos dizem para fazer. Percebo que a intenção é a melhor, mas preferia que estivessem calados, porque dito de quem tem o posto assegurado de qualquer uma das formas não me vale de muito. Enfim, eu só queria muito continuar a trabalhar onde trabalho, porque trabalho há, e não é pouco. E eu ADORO trabalhar!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
4.800€? Fosga-se!!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Ele veta a lei, eu veto-o a ele!
Ainda bem que o senhor não coloca as suas convicções pessoais acima da responsabilidade que tem, porque nignuém lhe perguntou se era a favor ou contra. Afirmou ainda que alguns países permitem a união de pessoas do mesmo sexo, mas sem a designação "casamento". Ora se o casamento é um "contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais" (atenção, no dicionário está duas pessoas e não duas pessoas do sexo oposto) porque é que não se pode chamar casamento?
I don't get it!!!





