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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Macabro, é certo... mas bom para reflectir

Recebi por e-mail esta história que, segundo dizia, era uma notícia do New York Times...

"Os Gerentes de uma Editora estão a tentar descobrir porque é que ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há CINCO DIAS.
George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Revisor de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários. Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana.
O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse: 'O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente e ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.' A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco."

Como é que é possível ninguém estranhar uma pessoa passar 5 dias exactamente na mesma posição, sem ter um único movimento durante horas e sempre com a mesma roupa?

É a Humanidade de hoje... sem pingo de humanismo!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A caganeirice dos títulos académicos

Sempre que as pessoas com quem e para quem trabalho me perguntam como me hão-de tratar, digo sempre para me tratarem pelo primeiro nome, porque esse foi o nome que me deram ao nascer. Isso deve fazer comichão a tanta gente que agora querem-me obrigar a pedir que me tratem por Dr.ª, por uma questão de respeito. Nunca ninguém me faltou ao respeito ou foi incorrecto comigo por me tratar pelo meu primeiro nome, será que ao me chamarem Dr.ª ou Mestre me vão respeitar mais? É que eu respeito toda a gente da mesma maneira, tenha ela a 4ª classe ou um doutoramento, mas isso se calhar sou eu!!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Bad news

A primeira parte do meu desejo número 7 para 2011 (renovar o meu contrato de trabalho) ao que parece não se deve concretizar. Quanto muito ou sou mesmo substituída por alguém que não pesca nada do que se faz na minha função ou, na melhor das hipóteses, tenho que concorrer novamente ao meu posto de trabalho (LOL!). Portugal é do melhor, não haja dúvida!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Eleições

ELE: Olhe, eu vinha votar, mas perdi o meu cartão de eleitor. Como é que eu faço para votar?
EU: Tem o seu bilhete de identidade consigo ou o cartão de cidadão?
ELE: Tenho.
EU: E sabe o seu número de eleitor de cor? É que se souber, não há problema nenhum. Desde que tenha o seu BI consigo e souber o número pode votar na mesma.
ELE: Ahhh pois... mas não o sei de cor. E agora?
EU: Pois olhe, assim terá que ir à Junta de Freguesia, que lá, através dos seus dados, conseguem consultar a informação e dar-lhe o seu número.
ELE: Isso é que era bom, agora ter que ir à Junta, era só o que me faltava. Eu perdi o cartão. Perdi, perdi, paciência. E agora querem o quê? Se não conseguem ver aqui então já não voto!

Perdem o BI, o cartão de contribuinte ou o de saúde e tratam de tudo. Perdem o cartão de eleitor e não tratam de nada. É o nosso Portugal!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Posso esbofetear quem faz isto?


Existem muitos programas de televisão americanos que me irritam e deixam a pensar "mas quem é que se lembrou de fazer uma merda destas"? Mas o Toddlers and Tiaras, que passa no Discovery Travel and Living, tira-me do sério. Bebés e crianças dos 0 aos 4/5 anos que entram em concursos de beleza em que as miúdas levam esticões para terem os penteados que as mães querem para condizer com os vestidos de mil euros que elas escolheram, que as maquilham como gente grande, lhes põem unhas postiças, as levam a sessões para as auto-bronzear e se lhes caírem os primeiros dentes de leite lhes metem placas porque o júri não vai gostar daqueles espaços. Tudo para que possam ganhar prémios de mil e tal euros. Mas que merda é esta? E como se tudo isto não fosse já uma barbaridade, nos números que têm que preparar para os júris, há mães que ensinam miúdas de 4 anos a terem um olhar sexy!?!? Quando vi isto pela primeira e única vez (depois de lá parar durante um zapping), tive vontade de esbofetear aquelas mães e os pais que disseram não gostar muito da ideia mas não fazerem nada para impedir aquilo. Apesar de termos o triste hábito de imitar grande parte dos programas estrangeiros, e a maior parte deles nada educativos, espero que ninguém tenha a infeliz ideia de fazer isto em Portugal.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Estou roxa comigo própria!

Às vezes apetece-me bater a mim mesma de tão irritada que fico por ser uma mole e não dizer as coisas que têm que ser ditas. Oiço barbaridades, injustiças, coisas que me irritam, que me deixam espantada e sou incapaz de lhes responder à letra. Por isso fico frustrada comigo mesma e começo-me a roer toda por dentro e a ficar toda venenosa, primeiro, pela incompetência de pessoas que se julgam superiores aos outros e, depois, porque não fui capaz de lhes dizer "Ao fim de dois anos ainda não percebeu o que tem que fazer?!". Ser capaz de dizer isto, mas com aquele olhar de que o que quero mesmo dizer é "Não sei como é que alguém ainda te continua a dar trabalho aqui, seu mole, sonso e incompetente", seria tirar-me uma tonelada de cima.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Non capisco

Aqui no meu "resort" de cinco estrelas falam muito mal do meu estaminé, porque segundo dizem, aqui não se faz nada. Mas quando alguém lhes pergunta se querem vir trabalhar para cá ninguém quer. Não percebo... sempre pensei que o sonho de qualquer pessoa era "não fazer nada".

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Eu... que adoro repteis!!!

Já não bastava o calor da sala, as cadeiras de pau, as baratas quase do tamanho de ratos nos corredores do pavilhão e no WC, agora também tenho duas lagartixas a percorrerem o rodapé da minha sala? Mesmo atrás da minha cadeira?? E agora? Como é que eu vou conseguir voltar a pôr os meus pés no chão?? Como??

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Cadeiras de pau

Acho inacreditável que ao fim de 2 anos de trabalho continue a trabalhar em cadeiras de pau. Quando digo isto a alguém perguntam-me: de pau? Sim, de pau! Daquelas da escola: duras, com metade da madeira partida que faz abrir malhas nas meias de vidro no inverno, arranhar as pernas no verão e virar e entortar os pequenos metais que adornam os bolsos das calças de ganga em qualquer estação do ano. Aquelas cadeiras pequenas e nada ergonómicas para quem trabalhar todo o dia nelas. Pior que estragar a roupa e, consequentemente, as minhas cadeiras de cozinha e as da minha mãe e o sofá dela também ,é adormecer e acordar cheia de dores nas costas!
Estou p'ra ver se ao fim de 9 meses a prometerem uma cadeira como deve ser a tenho ou não, senão, lá terei que ser eu a comprar a minha própria cadeira do trabalho se não quiser ficar marreca antes dos 30!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Estou que nem posso!!!

Uma das coisas que me deixa venenosa? Ter que trabalhar numa sala horrível, quente, sem ar condicionado e em cadeiras de pau!!!