Coisas que deveria dizer e não digo. Desabafos. Desvaneios. Desejos. Indignações. Frustrações. Recordações. Decisões. Enfim... Monólogos na almofada!
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terça-feira, 31 de maio de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Estou c'a neura!
Cada vez que penso no que tenho que fazer no fim-de-semana que aí vem e no que teria também para fazer e não farei porque não vou ter tempo, começo a descompensar! Viver na casa dos pais era tão bom... não tinha que me preocupar com nada disto!!!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Is coming!

Por muitos anos que passem, acho que vou continuar a viver sempre o Natal como se fosse uma criança. Reune-se a família em casa, no quentinho da lareira e dos aquecedores a recordar os nossos tempos de criança e a gozar a chegada dos mais recentes benjamins da família. Não sei explicar bem, mas é uma época que me enche o coração. :)
Coisas cá de dentro
Alegria,
Amor,
Recordações,
Saudade
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
México... que saudades eu tenho tuas!
Coisas cá de dentro
Amor,
Recordações,
Saudade
quinta-feira, 22 de julho de 2010
As duas coisas, estúpido!
Quando me decidi juntar fiquei baralhada: umas amigas diziam que os primeiros tempos eram maravilhosos, outras consideravam-nos horríveis por causa da partilha dos espaços… Eu tive um bocadinho dos dois, mas não pelos mesmos motivos.
A primeira semana foi extremamente difícil… ora sentia a alegria de ter a minha casa, de iniciar a vida a dois… ora sentia uma profunda tristeza por ter deixado de viver com os meus pais. E agora? Ficam os dois sozinhos a semana toda? Quem lhes faz companhia ao jantar? Quem me diria, quando começasse a desbobinar ao jantar, “Vá, come e cala-te!”?
Foi uma semana de sentimentos confusos… talvez por isso na primeira semana tenha chorado todas as noites. Que paciência que o M. teve comigo!
Um dia chegou a casa e estava eu agarrada ao fogão a fazer o jantar, a chorar baba e ranho, com os olhos tão inchadas que nem os conseguia abrir e a soluçar tanto que nem conseguia falar. A primeira reacção dele foi de aflição, mas quando consegui balbuciar qualquer coisa como “Tenho saudades dos meus pais” (isto ao 2º ou 3º dia) desatou a rir. Nem fiquei chateada, porque vê-lo rir da situação fez-me rir também… lá me foi tentando animar o resto da noite, mas eu não conseguia parar de chorar. A determinada altura pergunta-me:
- “Oh mor, mas estás a rir ou a chorar?”
- “As duas coisas, estúpido!”.
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