sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Confúcio disse: ""Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida"

Ouvi esta frase e gostei. Gostei, porque goste do que faço. Claro que existem sempre aqueles dias em que não me apetece ir trabalhar, não por não querer ou não suportar voltar àquela rotina, mas porque a lanzeirice ou o cansaço fala mais alto. Gosto do que faço, sinto-me realizada profissionalmente, sinto que aprendo sempre algo mais a cada dia que passa, por muito pequena que seja essa nova aprendizagem. Claro que nem tudo é um mar de rosas, porque isso não existe, mas acho que é o mais perto da perfeição.

Muitas mudanças se avizinham a nível profissional e os zum-zuns não trazem bons prenúncios, o que me está a aterrorizar. As opções até agora são: 1. Continuar tudo na mesma e renovo o meu contrato; 2. Não ter o contrato renovado por a entidade não querer continuar com o projecto; 3. Não ter o contrato renovado não por a entidade não querer renovar o projecto, mas por preferir substituir-me (a mim e às minhas colegas) por pessoas que não sabem (nem querem saber) fazer o meu trabalho, mas que precisam completar os seus horários.

As probabilidades não estão do meu lado e, embora já tenha começado há algum tempo a sondar outras saídas, as coisas não estão fáceis e é impossível "não sofrer por antecipação" como nos dizem para fazer. Percebo que a intenção é a melhor, mas preferia que estivessem calados, porque dito de quem tem o posto assegurado de qualquer uma das formas não me vale de muito. Enfim, eu só queria muito continuar a trabalhar onde trabalho, porque trabalho há, e não é pouco. E eu ADORO trabalhar!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

4.800€? Fosga-se!!


Ontem estava a ver um documentário no Discovery Civilization sobre Itália e a matar saudades da minha viagem de 2009 "à bota" da Europa. O documentário abordava a vida em várias grandes cidades de Itália e as tradições que as caracterizavam. Uma das cidades era, como não poderia deixar de ser, Milão, a capital da Moda. Sabiam que as mulheres italianas gastam em média 4.800€ por ano em roupa e acessórios? Pois, eu também não. Afinal, não gasto dinheiro quase nenhum em roupa!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ele veta a lei, eu veto-o a ele!

Acho o nosso Presidente da República, o professor Aníbal Cavaco Silva, um bocado conservador e preconceituoso. Em Maio de 2010 aprova a lei do casamento homossexual contrariadíssimo, afirmando que "há momentos na vida de um país em que a ética da responsabilidade tem de ser colocada acima das convicções pessoais de cada um".

Ainda bem que o senhor não coloca as suas convicções pessoais acima da responsabilidade que tem, porque nignuém lhe perguntou se era a favor ou contra. Afirmou ainda que alguns países permitem a união de pessoas do mesmo sexo, mas sem a designação "casamento". Ora se o casamento é um "contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais" (atenção, no dicionário está duas pessoas e não duas pessoas do sexo oposto) porque é que não se pode chamar casamento?

Enfim. Deve ter sido uma sapo tão grande de engolir que agora aproveitou para vetar o diploma que simplifica a mudança de sexo e de nome próprio no Registo Civil. Se houver um acompanhamento psicológico como deve ser e se se provar que a pessoa sabe bem o que quer e tem consciência das alterações fisiológicas a que se sujeita, porquê impedir essa pessoa de se sentir realizada e bem consigo mesma?

I don't get it!!!

A arte de googlar

A era moderna, das novas tecnologias e da internet trouxeram-nos uma nova palavra: Googlar. Palavra esta que já integra a nova edição do Grande Dicionário da Língua Portuguesa, publicado pela Porto Editora. Eu sou uma adepta do acto de googlar e é fascinante aquilo que podemos descobrir introduzindo algumas palavras na Internet. A merda é quando descobrimos coisas que preferíamos não saber. Como diz o velho ditado: "a ignorância é o caminho mais curto para a felicidade".

sábado, 1 de janeiro de 2011

FELIZ ANO NOVO!