sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Para 2012 quero...

Há precisamente um ano atrás, fazia os desejos para 2011. Desejava um ano com muita saúde, sorte e alegria para mim e para todos aqueles que mais amo, muitas viagens e trabalho. Fazendo agora um balanço, metade ficou por concretizar, mas o mais importante esteve sempre lá: saúde, amor, alegria, família, amigos e trabalho. Apesar da ansiedade, das incertezas, dos avanços e recuos e de 14 dias de desemprego, lá consegui manter o meu trabalho. 2012 espera-se um novo ano de muitas incertezas, de mais avanços e recuos em termos profissionais, mas recuso-me a passar mais meia dúzia de meses a sofrer por antecipação.
Por isso, só quero que 2012 me proporcione:
1. Saúde para mim e para todos os que amo;
2. Muita alegria, esperança e boa disposição;
3. Força e determinação para superar todos os obstáculos que me possam surgir;
4. Abertura de novas portas e janelas em termos profissionais;
5. Ser mãe.

Que venha 2012!!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cancro da Mama


Até eles ajudam na divulgação e prevenção. E divulgam tão bem...

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

retards

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

another amazing version





Adoro a música "Rolling in the deep" da Adele desde a primeira vez que a ouvi, na rádio. Adorava e adoro. Continuo a conseguir ouvi-la várias vezes por dia sem me cansar. Um dia, sem que nada o previsse, ouvi pela primeira vez esta versão dos Linkin Park na VH1. Adorei. Amei. Amo ambas as versões, porque cada uma consegue transmitir-me as duas fases que atravessamos com o fim de uma relação. A versão da Adele recorda-me a raiva, a revolta, a vontade de gritar com toda a gente e de partir tudo. Esta, com outra voz espectacular só ao som do piano, transmite-me aquela dor gigantesca e esmagadora, que nos aperta tanto o coração que temos a sensação de não conseguir sequer respirar. Tenho pena que esta não passe tantas vezes nas rádios como a outra.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Wish me luck

Pronto, já está. Nestas questões o melhor mesmo é não pensar muito e avançar logo de uma vez. Já liguei e já está marcada a minha consulta de cirurgia refractiva. Não sei se serei ou não uma candidata à operação, mas quero saber o quanto antes, para saber se poderei finalmente deixar de usar lentes e óculos e ver como uma pessoa normal.
Aos 14 anos comecei a usar óculos porque tinha uma miopia hereditária e seria galopante até ao final da adolescência. Mas como sempre detestei usar óculos, assim que o meu pai os destruiu depois de lhes passar com o carro por cima pedi logo para começar a usar lentes. E assim foi. Desde os 16 que uso lentes de contacto e, claro, ao fim de uns 12 anos a usar lentes, a ver cada vez pior, a ter que ir para a praia e piscina de lentes e não poder abrir os olhos e a ter que voltar a usar óculos cada vez que tinha "contratempos oculares", o desejo de voltar a ver como via é gigantesco.
Ninguém que vê bem imagina como é frustrante não conseguir ver nitidamente quando se está sem lentes ou óculos. Na praia não conseguia perceber sequer se quem estava a meia dúzia de metros de mim me estava a fazer adeus ou a afogar-se e, na piscina, numa altura em que estive proibida de usar lentes durante 2 semanas, cheguei a confundir o professor de natação com o poste onde existia uma bóia de salvação (isto porque ele tinha uma t-shirt vermelha vestida nesse dia). Quero muito voltar a ver "autonomamente" e é já na próxima semana que saberei se existe ou não essa possibilidade. Wish me luck!