Felizmente ainda há alguns que trabalham que nem uns mouros, que são profissionais, exigentes, dedicados e interessados em inovar, em fazer coisas novas todos os anos, que se interessam em aprender, em acompanhar a evolução tecnológica e a motivar os alunos, mas entristece-me muito ver que grande parte deles, quanto menos faz, menos quer fazer!
Mas eu no fundo, no fundo, bem lá no meu fundo, compreendo a revolta. Afinal, quem é que gostava de deixar de trabalhar apenas umas 8 ou 12 horas por semana, para passar a trabalhar 35? E pior... ter que dar mostras desse trabalho!
3 comentários:
epah... fico um bocado dividido nessa de tratares "trabalharem que nem uns mouros" como algo de positivo.
se for mais que um emprego, se houver um gosto pela coisa, uma aptidão para, aí talvez.
afinal de contas para alguns trabalhos é preciso haver uma aptidão. ou não.
Para mim, os "Mouros", são aqueles que trabalham o que for preciso sem estar a olhar para o relógio; que vão às formações para aprenderem e não para terem créditos para subir na carreira e ganhar mais uns €uros ao final do mês; são aqueles que todos os anos fazem testes diferentes e procuram fazer actividades diferentes mesmo que os programas se mantenham; que têm sempre as aulas todas organizadas e planificadas e não apenas aquelas a que alguém vai assistir por causa da avaliação de desempenho... e outras coisas mais!
não... acho que a isso se chama profissonalismo, empenho, bom desempenho, etc.
não penso que sejam características dos "mouros", que são os sacrificados, mas dos bons profissionais. raça rara.
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